terça-feira, 29 de abril de 2008



Virada Cultural 2008 no Sesc Pompéia...

Saudações... e alegria a contar que este ano foi especial. Minha grande paixão é a fotografia, lamentavelmente não compareci o ano passado na Caminhada fotográfica que o Sesc Pompéia realiza... esse ano consegui. O grupo é fera e criativo em que resultouno final da expedição, troca de informações e e-mails... o dia seguinte era para trazer as fotos e debater em grupo, mas infelizmente o sono foi maior... ano que vem será especial, acredito. Muito mais que uma boa fotografia, em ângulo, iluminação, tema, disposição e muitas concepções, a arte de fotografar e congelar no tempo determinada situação é um estado emocional. Eu fotografo por amor, amor a arte, ao tempo, aos espaços, situações, detalhes... Quero mergulhar no que meus olhos e lentes captam a lhes oferecer um estilo, uma paz interior ou caos (pergunats e questionamentos, contadições e opções), assim posso sentir a verdadeira fecilidade em ser o que sou na arte e fazer com amor o que futuramente será lembrança, quem sabe arquivo histórico...

Penso, logo existo. Fotografo, assim me encaixo!

Bjkas nos corações e até a próxima!

Lua

sexta-feira, 25 de abril de 2008

Amizade da faculdade em união de textos e fotos...

Você já riu hoje?
Rir é mais comum do que pensa e pode trazer benefícios que você nem imagina

Por Thaís Bronzo
Rir é uma das coisas mais comuns que fazemos em nosso dia-a-dia. E os motivos para tantas gargalhadas são inúmeros.“Acho engraçado os desenhos da TV. E rio também quando fazem cosquinhas em mim”, diz Maria Clara Lima Divetta, cinco anos.“Eu dou muita risada com minha cachorra, quando meu namorado conta piadas, quando minha mãe tenta falar em inglês e não sai nada”, relembra, rindo, supervisora de telemarketing Bruna Meante, 22 anos.“Histórias engraçadas sempre me fazem rir. Nem sempre piada é engraçada, mas situações inusitadas que acabam sendo engraçadas, tombos, essas coisas, me fazem rir”, conta a jornalista Mayra Dugaich, 21 anos.A neurocientista Silvia Helena Cardoso explica que a maioria dos nossos risos não está diretamente ligada ao humor. “Nós rimos, essencialmente, em situações sociais e geralmente em momentos de felicidade, prazer e brincadeiras”, garante. Mas o riso é muito mais do que uma mera manifestação de alegria, ele também ameniza manifestações de agressividade e hostilidade. “Repare como utilizamos o riso quando queremos atenuar uma típica tensão entre estranhos ou necessitamos dizer ‘não’ a alguém. Freqüentemente rimos quando nos desculpamos. O riso desarma as pessoas, cria uma ponte entre elas e facilita o comportamento amigável”, completa. Ou seja, a função do riso é comunicar, passar a mensagem de que somos amigáveis e estamos dispostos a nos envolver com outras pessoas.Além da questão social, o riso também provoca efeitos positivos em nosso organismo: diminui o estresse, a ansiedade, a dor, reforça a imunidade. Segundo Silvia Helena, o riso desencadeia diversas reações fisiológicas:-Ativa o sistema cardiovascular, aumentando a freqüência cardíaca e a pressão arterial. Com a dilatação das artérias, há uma queda da pressão;-Aumentando o fluxo sanguíneo nos órgãos por causa das contrações fortes e repetidas dos músculos da parede torácica, abdômen e diafragma;-Aumenta o fluxo de oxigênio no sangue por causa da respiração forçada (“O ‘Ha! Ha! Ha!’ do riso”, como explica a neurocientista); e-Diminui a tensão muscular.Com tantas vantagens, a medicina já começou a utilizar o riso como forma de remédio em seus tratamentos, como é o caso dos “Terapeutas do Riso”. Um grupo de artistas que, vestidos de jalecos brancos e com caras de palhaço, leva humor a pacientes de todas as idades internados em hospitais. “O palhaço tem o poder de diminuir, aliviar as dores, provocar em cada um a descoberta da capacidade e o poder de transformar o ambiente, estimular a alegria, a vontade e o desejo de reação, o relaxamento e a naturalidade das expressões e vontades, amenizar o sofrimento, diminuir o estresse”, garante a coordenadora geral do projeto Dalvinha Gomes (apelido como é conhecida no grupo). O trabalho de transmitir o riso é duplamente satisfatório: pela redução de cerca de dez por cento no tempo de internação do paciente e pelo sorriso de quem recebe esses “médicos-palhaços”.E então, que tal colocar em prática a terapia do riso em sua vida?

Se rir é o melhor remédio, por que não começar agora?Coordenadora dos “Terapeutas do Riso” dá dicas para viver melhor
Por Thaís Bronzo

O riso é um excelente remédio para o ser humano, tem ação prolongada, é prazeroso e não tem contra-indicação.De acordo com a coordenadora geral dos “Terapeutas do Riso”, Dalvinha Gomes (apelido como é conhecida no grupo), existem algumas dicas para viver melhor:-Pensar sempre no que se quer e nunca, nunca no que você não quer e não gosta. Pois o ser humano tem a tendência a pensar, a falar nas coisas que não gosta e não quer para a sua vida. Somos o que pensamos e falamos;-Sempre pensar que nós só merecemos o melhor, isso quer dizer: ter pensamento positivo sempre;-Que hoje é o melhor dia do ano;-Olhar o lado engraçado e divertido das pessoas;-Praticar o exercício de rir de você mesmo;-Somos pessoas ativas de nossa história e não vítimas da história; e-Seja igual ao palhaço: mostre o seu ridículo e divirta-se!
Por Thaís Bronzo

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É hora de brincar
Brincadeira é coisa séria tanto para crianças como adultos

Por Thaís Bronzo
Você, leitor, já brincou hoje? Não?! Acha que não tem mais idade para isso? Então fique sabendo que o ato de brincar é altamente recomendado para a manutenção da saúde mental de crianças e adultos. Segundo a psicóloga e orientadora psicopedagógica Marilene Lima, a palavra brincar é “plaisanter” em francês, que tem o mesmo radical de prazer (“plaisir”) e de agradável (“plaisant”). “Ou seja, percebemos que divertimento e graciosidade são predicados da brincadeira. Lúdico, que quer dizer a qualificação de tudo o que se relaciona com o jogo ou brincadeira, é ‘ludique’, que vem de ‘ludere’, ilusão, e é utilizado para caracterizar uma mentalidade, um comportamento ou ação”, explica. “Esses usos da palavra lúdico parecem apresentar um ambiente ou evento no qual a realidade tem um ‘que’ de brincadeira ou de jogo, ou seja, de prazer, de divertimento, de alegria”.O ser humano manifesta sua humanização desde os tempos das cavernas por meio do brincar, nas pinturas rupestres, nas danças e em outros eventos. “Na civilização atual, percebe-se a presença marcante da brincadeira na vida do homem: as piadas; o futebol, que é a ‘paixão nacional’; os esportes em geral; a dança; o ato litúrgico e suas simbolizações; o carnaval; o computador; a televisão; o teatro; e até a política - brincadeira de quem pode mais, quem pode competir melhor”, enumera Marilene. “Todas estas são manifestações de que o homem gosta e precisa do ato lúdico que o transcende, ou seja, vai além de si e o faz vivenciar novas formas de visão de si, do próximo e do mundo”.Portanto, brincar é essencial para a saúde física, emocional e intelectual. “Brincar é coisa séria porque na brincadeira a criança ‘re’significa seu mundo, se reequilibra, recicla suas emoções e sacia sua necessidade de conhecer e reinventar a realidade”, ressalta. “É brincando que a criança vai interiorizando o mundo que a cerca, na troca com o outro, vai se constituindo sujeito. Pode não ganhar nada com aquilo, não pagar nada também, mas recebe muito, faz a ‘mágica que só o homem sabe fazer’: simbolizar, significar e ser significado”.Brincar também é aprender. “Toda e qualquer brincadeira ajuda a desenvolver atenção, concentração e muitas outras habilidades. O ato de brincar desenvolve, inclusive, o prazer em viver e, para isso, a criança precisa da presença preciosa de seus pais e de adultos mais experientes que possam conduzir, por exemplo, jogos de tabuleiro com regras. Adultos estes que farão uma interpretação, uma reflexão e um planejamento da ação lúdica da criança, no sentido de ‘ensinar-lhes’ a brincar de forma saudável e oportunizando-os jogos de qualidade”, garante Marilene.“Através da brincadeira, novos modos de ser, se relacionar e viver são experimentados, com a vantagem de que, sendo de brincadeira, tais modos podem ser corrigidos, adaptados, repetidos, repelidos, configurando-se num importante recurso de aprendizagem da e para a vida”, acrescenta a pedagoga Tânia Ramos Fortuna, que também é professora de psicologia da educação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, onde dirige o programa de extensão universitária “Quem quer brincar?”.A professora de ensino fundamental I Paula Colella da Silva, de 28 anos, mãe de Maisa, de dois, tem a brincadeira em casa e no trabalho. “Em casa, a brincadeira com a minha filha segue pelo lado lúdico, da diversão mesmo. Já na escola, a gente ensina brincando, a brincadeira tem um enfoque pedagógico”, diferencia.Mas, então, brincadeira é coisa séria? “Chegamos num ponto bastante discutido na área da educação de crianças, escolar e doméstica: quem tem de saber que brincadeira é coisa séria é o adulto, não a criança. É o adulto que vai ensinar brincando, sabendo muito bem de seus objetivos, a criança só precisa brincar”, lembra Marilene.Como brincar?Brincadeira deixa crianças e adultos mais felizesTodo lugar é lugar de brincar e toda hora é hora de brincar, em qualquer idade. Essa é a afirmação da pedagoga Tânia Ramos Fortuna, que também é professora de psicologia da educação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, onde dirige o programa de extensão universitária “Quem quer brincar?”. “Para tanto é preciso garantir o direito à brincadeira, o que implica oferecer meios e momentos propícios, o que requer, por seu turno, educadores preparados para brincar e fazer brincar”, afirma.A família e a escola podem e devem participar das brincadeiras das crianças de maneira apropriada a cada fase do desenvolvimento. A psicóloga e orientadora psicopedagógica Marilene Lima, explica que o psicólogo Jean Piaget (1896-1980) estudou as várias etapas do desenvolvimento humano até a adolescência e alertou sobre as “fases do juízo da moral” que são construídas desde a mais tenra infância e tem uma relação direta com as fases do brinquedo:-Ao período que vai desde o nascimento aos dois anos, ele chamou de período ‘sensório-motor’, pois a criança conhece o mundo por meio da manipulação e do movimento, assim, os brinquedos destinados a essa fase devem facilitar essa evolução. Os melhores brinquedos são os de textura macia (borracha, tecido, pelúcia), os musicais (caixinha de música e chocalhos), os que desenvolvem a acuidade visual (móbiles – enfeites que ficam pendurados no berço – e brinquedos coloridos) que convidam a aperfeiçoar seu tato e sua visão, deixar a criança circular livremente no chão também é importante, propiciar contato com brinquedos de banho, de empilhar, de encaixar, bolas coloridas, velocípedes, cavalinhos, carrinhos, entre outros, devem ser os privilegiados nesse momento;-Ao período que vai desde os dois aos sete anos, Piaget chamou de ‘período pré-operatório’ ou ‘das operações concretas’, no qual ocorre a aquisição da linguagem. Nessa fase, os brinquedos a serem disponibilizados devem facilitar a criatividade e o simbolismo da criança. A musicalidade é muito importante nessa fase, assim, apresentar-lhes instrumentos musicais é bastante indicado, principalmente os de percussão. Os brinquedos ao ar livre continuam tendo sua validade e os de empilhar, modelar, esculpir (massa, areia, argila) são muito salutares; bolas grandes (de 20 a 60cm de diâmetro) e os brinquedos de empurrar e puxar são os favoritos (os de empurrar são os preferidos, pois a criança ‘sabe onde está indo’); carrinhos, bonecas, animais em miniatura, utensílios adultos em miniatura (de casa, móveis, de marcenaria, de médico, entre outros) dão aos pequenos a possibilidade de se expressarem livremente e dramatizar as cenas reais do dia-a-dia; brincadeiras de roda, trava-línguas e parlendas também são muito interessantes; material de desenho, pintura, colagem, recorte, fantoches, blocos de madeira e jogos de construção são também interessantes por seu potencial de aprendizado social e afetivo, bem como de projeção (inclusive de seus medos); inicia-se a fase de querer construir suas próprias coisas e a participar de seu tempo e espaço com mais autonomia.Já Tânia ressalta a importância de brincar junto para o desenvolvimento dos filhos ou alunos. “Mas, atenção: não é preciso brincar o tempo todo ou agir como se fosse uma criança. O que realmente importa é o compartilhamento do patrimônio lúdico através dessas trocas entre as gerações, pois ele é parte do patrimônio cultural da humanidade”, ressalta. “Ser parceiro de jogos e brincadeiras, ensinando-as e aprendendo com os filhos, sem desqualificar o ato de brincar, em lugar de reforçar a tão temida imaturidade infantil, na verdade estimula a criança a crescer, vendo que ser adulto é algo atraente e prazeroso”.A professora de ensino fundamental I Paula Colella da Silva, de 28 anos, mãe de Maisa, de dois, acredita que a brincadeira, nos dias de hoje, também representa um vínculo entre a família e a criança. “Como professora, eu vejo famílias que perderam o vínculo com os filhos, pela vida agitada que têm: acorda cedo para trabalhar e só volta para a casa à noite. Então, a brincadeira pode trazer esse vínculo, ser um momento de estar junto”, avalia. “Têm brincadeiras que minha filha brinca sozinha, mas em outras, como, por exemplo, uma boneca que tem, ela gosta de brincar comigo, criou um vínculo afetivo e eu brinco muito com ela”.“Não existe certo ou errado quando se trata de brincar, pois a imaginação da criança não tem limites, mas é necessário bom senso e tato”, garante Marilene. “Com observação e paciência, o adulto pode descobrir as fases e necessidades lúdicas de suas crianças: descobrir seus gostos e prazeres e atuar como parceiro nessa encantadora caminhada rumo ao desenvolvimento sadio e equilibrado, tão em ‘falta’ na sociedade atual”.“Como crê o psicanalista inglês Winnicott, é somente no brincar que o indivíduo, criança ou adulto, pode ser criativo e utilizar sua personalidade integral, e somente sendo criativo pode descobrir seu eu”, conclui Tânia.
Por Thaís Bronzo

Matéria: Thaís Bronzo... Fotos: Luana Botelho

Limão faz bem para corpo e mente

Por Thaís Bronzo








A fruta, que chegou às Américas no século 16 com os primeiros colonizadores portugueses e espanhóis, hoje é facilmente encontrada no Brasil durante o ano todo.A química Conceição Trucom, autora do livro “O poder de cura do limão”, garante que a ingestão da fruta é indicada para pessoas de todas as idades. “O limão é a fruta de toda a natureza que mais acumula energia do sol durante o tempo em que está amadurecendo. Ou seja, quando ingerimos o suco do limão, estamos colocando uma boa quantidade de energia solar para dentro de nós”, explica. “Isso vai trazer para a nossa vida mais alegria, mais clareza, mais lucidez, memória, capacidade de concentração”.Conceição também ressalta as propriedades cítricas do limão. “Quando entra no nosso organismo, ele se transforma em alguns sais que são muito importantes para a nossa saúde. Esses sais vão ajudar o nosso corpo a assimilar ferro, cálcio, magnésio”, define. “Minerais que a partir de uma certa idade precisamos tanto, mas a nossa alimentação ou é carente ou não fazemos uso de alimentos que ajudam a assimilar esses minerais”. De acordo com a química, se uma pessoa está com osteoporose ou anemia, por exemplo, não basta ingerir alimentos ricos em cálcio e ferro se não há um agente que auxilie na fixação desses minerais em nosso organismo.De acordo com Conceição, ao entrar em nosso organismo, o limão provoca uma alcalinização. “Que é supersaudável para a harmonia metabólica, para a limpeza do nosso organismo, de tudo que está em excesso, de tudo que está prejudicando a nossa alegria de viver e a nossa qualidade de criatividade, produtividade e assim por diante”, conclui.
Por Thaís Bronzo
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Publicação de minha amiga_colaboração fotográfica 'for me'


Tomate previne câncer, além de ter poucas calorias

Por Thaís Bronzo
O tomate é muito utilizado pela população brasileira, seja em saladas ou em molhos. De acordo com a nutricionista Ana Paula Maeda, o fruto na forma crua tem pouca caloria, em torno de 25. “Mesmo o molho de tomate, quando não é adicionada gordura, meia xícara de chá tem em torno de 85 calorias”, garante.Ana Paula lembra que o tomate é um alimento fonte de vitaminas “A” e “C”, além de ácido fólico e potássio.“O tomate tem a sua grande propriedade relacionada a sua cor. Porque é na cor do tomate que nós encontramos o licopeno”, afirma. “É ele que dá a tonalidade vermelha para o tomate e para o molho de tomate. O licopeno também é encontrado em outras frutas, como goiaba, melancia; em legumes, como pimentão; e ele está muito relacionado a prevenção do câncer de próstata”, completa. Ela explica que, no caso do câncer de próstata, o molho de tomate é melhor indicado, pois, para fazer o molho, o fruto é cozido, processo no qual o licopeno é liberado e fica mais fácil de ser absorvido pelo corpo.“Na escolha do fruto é importante observar a cor do tomate, preferindo sempre a tonalidade mais avermelhada, que seria a característica da presença do licopeno”, finaliza Ana Paula.
Por Thaís Bronzo

sábado, 12 de abril de 2008

Jornalismo literário...


"A Sangue Frio"
Truman Capote


Obra minuciosa...
Questões que atravessam fronteiras e nos atraem em uma trilha tão misteriosa, delicada...
Um olhar jornalístico, curioso, incansável...
Uma voz que sabe medir o ilimitado...
Paciência, coragem...
Indicação: "Capote"
Direção: Bennett Miller
SINOPSE: O filme aborda os cinco anos em que o escritor Truman Capote escreveu "A Sangue Frio" (1966). Considerado marco do jornalismo literário e sua obra-prima, que trata do assassinato de um casal e dois de seus filhos, à queima-roupa, numa pequena cidade do Kansas, em 1959. Indicado a cinco Oscar 2006.

"O Jardineiro Fiel"


Mundo injusto...

Sem querer percebi e chorei...

Como é fácil enganar aquele indefeso que depende, sofre, morre...

As coisas são repentinas, não do acaso... têm seu preço.

Etnias diferentes, costumes desconhecidos, com sua beleza... e tristeza.

Um sorriso que encanta e dói... marcas... buscas por um mundo melhor...

Pensar no próximo, fazer o que for preciso para melhorar: mudar!

Herói, o herói de cada dia... eu ouvi: "a gente não deve buscar pela felicidade e sim viver a felicidade, fazendo o que gosta estaremos de bem com a vida e, portanto, feliz. Não desmerecendo o fato de que ficamos tristes e magoados, mas a essência é viver a felicidade e não buscá-la." - trecho de um amigo, new friend.

Esperança... de que ainda que exista corajosos, claro, com defeitos mas sempre com uma causa justa.Por fim: um amor para o sempre, para prosseguir... é amar!

Sem mais.

Bjkas
Mundo injusto...

Sem querer percebi e chorei...

Como é fácil enganar aquele indefeso que depende, sofre, morre...

As coisas são repentinas, não do acaso... têm seu preço.

Etnias diferentes, costumes desconhecidos, com sua beleza... e tristeza.

Um sorriso que encanta e dói... marcas... buscas por um mundo melhor...

Pensar no próximo, fazer o que for preciso para melhorar: mudar!

Herói, o herói de cada dia... eu ouvi: "a gente não deve buscar pela felicidade e sim viver a felicidade, fazendo o que gosta estaremos de bem com a vida e, portanto, feliz. Não desmerecendo o fato de que ficamos tristes e magoados, mas a essência é viver a felicidade e não buscá-la." - trecho de um amigo, new friend.

Esperança... de que ainda que exista corajosos, claro, com defeitos mas sempre com uma causa justa.Por fim: um amor para o sempre, para prosseguir... é amar!

Sem mais.

Bjkas

Sensualidade...

Se você quiser eu vou te dar um amor
Desses de cinema
Não vai te faltar carinho,
Plano ou assunto ao longo do dia
Se você quiser eu largo tudo
E vou pro mundo com você, meu bem
Nessa nossa estrada
Só terá belas praias e cachoeiras
Aonde o vento é brisa
Onde não haja quem possa
Com a nossa felicidade
Vamos brindar a vida meu bem
Aonde o vento é brisa
E o céu claro de estrelas
O que a gente precisa
É tomar um banho de chuva,um banho de chuva...

Vanessa da Mata

Assim começa os tempos...


Galera... boas vindas...
Ano de 2008 será um ano de desafios dos mais intensos que já passei (acredito), mas sendo assim, espero levar na paz e com bom humor para que força eu possa ter e não desistir...

Começo agora uma viagem por entre linhas, entre espaços, entre lentes da visão a frente e... aguardo por vós nessa caminhada...

Amigo a gente conquista!

Bjkas

Lua

Saideira - Revista BRAVO!


"A espada flamejante do querubim"

"Nasci e fui criada no convento das carmelitas. Minha mãe deixou-me com minhas irmãs e sumiu no mundo. Minha vida era bem diferente da vida das outras moças. Nunca fui a um baile nem tive namorado. Meu prazer eram as noites em vigília, os jejuns e as orações. Minha alegria era servir ao Nosso Senhor. Por mais que eu explicasse às irmãs o que eram esses momentos de êxtase, elas não compreendiam. “Você é maluca”, diziam com desdém.
Era comum me encontrarem dormindo no chão da capela, pela manhã aos pés do Crucificado. Isto porque, depois do júbilo, eu perdia os sentidos e caía no chão. Acordava com a madre superiora me chacoalhando aos berros: “Irmã Inocência, acorda. O que aconteceu?”. Eu nunca sabia explicar. “Eu estava no meu quarto quando ouvi o Senhor me chamando...” Depois disso não me lembrava de mais nada.
Certa noite acordei com alguém batendo na porta do meu quarto. Pensei ser uma das irmãs, mas não. Era um homem alto, loiro, forte, de barba rala e olhos azuis. Um querubim que chegou sem anúncio nem trombetas, sem raios nem vendaval. O anjo entrou, sentou-se na beira da cama e me disse estendendo a mão: “Vem Inocência”. Eu obedeci. Só um anjo pegaria nos meus ombros e me colocaria deitada com tanta delicadeza, colocaria minhas pernas sobre a cama e tiraria minha camisola tão devagar, poria as mãos sobre minhas coxas e as alisaria como se moldasse o barro da criação.
Ao ver que eu estava sem calcinha, ele sorriu.
Certa vez a madre superiora me disse que mulher que dorme sem calça espera a visita do demônio. Ela estava enganada. Sempre dormi sem calcinha e quem apareceu foi um emissário do Senhor, que encostou os lábios no meu ventre e me beijou bem ali, onde os pêlos começam, e foi descendo a língua até chegar àquele ponto onde uma mulher não pode ser tocada sem que lhe venha um desejo irrefreável de morrer. Procurei sua boca e enfiei nela minha língua, o mais fundo que pude. Ele lambeu meu pescoço, minha orelha e sugou meus seios com tanta volúpia que eu quase perdi os sentidos. Abri as pernas e empurrei-o para dentro. Foi então que o anjo enfiou-me a espada flamejante e rompeu meu sexo como o sol rompe a manhã. Devagar e completamente. Cravei as unhas nas suas costas e pedi que ele o fizesse com mais força.
E o mais engraçado é que o tempo todo o anjo falava essas coisas que os homens costumam dizer para as mulheres com quem se deitam: ai que tesão, vem cá minha gostosa. O anjo era tão devasso como um qualquer. Parecia de carne o corpo do querubim. Se a espada dava ares de arrefecer, eu logo tratava de fazê-lo flamejar de novo. “Mais forte, mais forte”, eu pedia.
Não sei quanto tempo depois, acordei com a madre superiora jogando água no meu rosto. Contei-lhe do querubim mas ela duvidou e me chamou de louca. “Além de santidade, falta-lhe também sanidade”. De nada adiantou mostrar o lençol manchado de sangue, fui expulsa do convento e da congregação.
Dormi com muitos homens depois disso, mas nenhum como o querubim.
Certa vez o jardineiro do convento apareceu na boate onde eu trabalhava. Um homem baixinho, troncudo, careca, negro como a noite, sem nenhum dente na boca. Ele ficou embasbacado ao me ver ali. “Irmã Inocência!”. Fique à vontade porque a inocência já foi embora há muito tempo”, eu lhe disse brincando.
Quando ele colocou as mãos nas minhas pernas eu me lembrei de tudo. !


Texto: IVANA ARRUDA LEITE

http://www.bravoonline.com.br/ 07/2006