terça-feira, 16 de setembro de 2008

Formatura dos Doutores Cidadãos - ONG Canto Cidadão


































































































































































































sexta-feira, 12 de setembro de 2008

"Paradigmas..." Por Luana Botelho

Infeliz estado de espírito transcede... contornar ou entender? pensar,
pensar e identificar uma frase que simbolize tais fatos que podem
incomodar...

Olhar para o próprio nariz, não sentir outros cheiros, não permitir,
estar sempre certo... First - Orgulho

Perfeição? não... dedicação? é possível... um ser amável, gentil,
prestativo, com um sorriso sempre estampado, os esforços resultam em
soluções, não é pra menos, há amor na atitude, mas para quem muitas
vezes não é visto, se encuca... Second - Inveja

Chocolates, grande paixão nacional... desejo incontrolável de ingerir,
sempre, aceitamos de tudo, em grandes proporções... desgosto...
baixa-estima Thirst - Gula

Brilho estrelar... tudo em excesso... quero mais, quero mais, quero
mais... calma aê: o simples, delicado, criativo, e doce olhar pode
acrencentar muito - admiração... será oposto? Four - Luxúria

Sentimento rancoroso, que ferve, encobre... xô xô xô raiva ruim, quero
mais é amor! Five - Ira

Admirável sangue novo no pedaço! Six - Cobiça

Quatro, cinco ou seis da manhã... eta horário complicado para
levantar... limpar? secar? gritar? mais falta é ânimo para amar: o
levantar... Seven - Preguiça

Frases novas são bem-vindas!
PS: Palavras, simplesmente palavras...

terça-feira, 29 de abril de 2008



Virada Cultural 2008 no Sesc Pompéia...

Saudações... e alegria a contar que este ano foi especial. Minha grande paixão é a fotografia, lamentavelmente não compareci o ano passado na Caminhada fotográfica que o Sesc Pompéia realiza... esse ano consegui. O grupo é fera e criativo em que resultouno final da expedição, troca de informações e e-mails... o dia seguinte era para trazer as fotos e debater em grupo, mas infelizmente o sono foi maior... ano que vem será especial, acredito. Muito mais que uma boa fotografia, em ângulo, iluminação, tema, disposição e muitas concepções, a arte de fotografar e congelar no tempo determinada situação é um estado emocional. Eu fotografo por amor, amor a arte, ao tempo, aos espaços, situações, detalhes... Quero mergulhar no que meus olhos e lentes captam a lhes oferecer um estilo, uma paz interior ou caos (pergunats e questionamentos, contadições e opções), assim posso sentir a verdadeira fecilidade em ser o que sou na arte e fazer com amor o que futuramente será lembrança, quem sabe arquivo histórico...

Penso, logo existo. Fotografo, assim me encaixo!

Bjkas nos corações e até a próxima!

Lua

sexta-feira, 25 de abril de 2008

Amizade da faculdade em união de textos e fotos...

Você já riu hoje?
Rir é mais comum do que pensa e pode trazer benefícios que você nem imagina

Por Thaís Bronzo
Rir é uma das coisas mais comuns que fazemos em nosso dia-a-dia. E os motivos para tantas gargalhadas são inúmeros.“Acho engraçado os desenhos da TV. E rio também quando fazem cosquinhas em mim”, diz Maria Clara Lima Divetta, cinco anos.“Eu dou muita risada com minha cachorra, quando meu namorado conta piadas, quando minha mãe tenta falar em inglês e não sai nada”, relembra, rindo, supervisora de telemarketing Bruna Meante, 22 anos.“Histórias engraçadas sempre me fazem rir. Nem sempre piada é engraçada, mas situações inusitadas que acabam sendo engraçadas, tombos, essas coisas, me fazem rir”, conta a jornalista Mayra Dugaich, 21 anos.A neurocientista Silvia Helena Cardoso explica que a maioria dos nossos risos não está diretamente ligada ao humor. “Nós rimos, essencialmente, em situações sociais e geralmente em momentos de felicidade, prazer e brincadeiras”, garante. Mas o riso é muito mais do que uma mera manifestação de alegria, ele também ameniza manifestações de agressividade e hostilidade. “Repare como utilizamos o riso quando queremos atenuar uma típica tensão entre estranhos ou necessitamos dizer ‘não’ a alguém. Freqüentemente rimos quando nos desculpamos. O riso desarma as pessoas, cria uma ponte entre elas e facilita o comportamento amigável”, completa. Ou seja, a função do riso é comunicar, passar a mensagem de que somos amigáveis e estamos dispostos a nos envolver com outras pessoas.Além da questão social, o riso também provoca efeitos positivos em nosso organismo: diminui o estresse, a ansiedade, a dor, reforça a imunidade. Segundo Silvia Helena, o riso desencadeia diversas reações fisiológicas:-Ativa o sistema cardiovascular, aumentando a freqüência cardíaca e a pressão arterial. Com a dilatação das artérias, há uma queda da pressão;-Aumentando o fluxo sanguíneo nos órgãos por causa das contrações fortes e repetidas dos músculos da parede torácica, abdômen e diafragma;-Aumenta o fluxo de oxigênio no sangue por causa da respiração forçada (“O ‘Ha! Ha! Ha!’ do riso”, como explica a neurocientista); e-Diminui a tensão muscular.Com tantas vantagens, a medicina já começou a utilizar o riso como forma de remédio em seus tratamentos, como é o caso dos “Terapeutas do Riso”. Um grupo de artistas que, vestidos de jalecos brancos e com caras de palhaço, leva humor a pacientes de todas as idades internados em hospitais. “O palhaço tem o poder de diminuir, aliviar as dores, provocar em cada um a descoberta da capacidade e o poder de transformar o ambiente, estimular a alegria, a vontade e o desejo de reação, o relaxamento e a naturalidade das expressões e vontades, amenizar o sofrimento, diminuir o estresse”, garante a coordenadora geral do projeto Dalvinha Gomes (apelido como é conhecida no grupo). O trabalho de transmitir o riso é duplamente satisfatório: pela redução de cerca de dez por cento no tempo de internação do paciente e pelo sorriso de quem recebe esses “médicos-palhaços”.E então, que tal colocar em prática a terapia do riso em sua vida?

Se rir é o melhor remédio, por que não começar agora?Coordenadora dos “Terapeutas do Riso” dá dicas para viver melhor
Por Thaís Bronzo

O riso é um excelente remédio para o ser humano, tem ação prolongada, é prazeroso e não tem contra-indicação.De acordo com a coordenadora geral dos “Terapeutas do Riso”, Dalvinha Gomes (apelido como é conhecida no grupo), existem algumas dicas para viver melhor:-Pensar sempre no que se quer e nunca, nunca no que você não quer e não gosta. Pois o ser humano tem a tendência a pensar, a falar nas coisas que não gosta e não quer para a sua vida. Somos o que pensamos e falamos;-Sempre pensar que nós só merecemos o melhor, isso quer dizer: ter pensamento positivo sempre;-Que hoje é o melhor dia do ano;-Olhar o lado engraçado e divertido das pessoas;-Praticar o exercício de rir de você mesmo;-Somos pessoas ativas de nossa história e não vítimas da história; e-Seja igual ao palhaço: mostre o seu ridículo e divirta-se!
Por Thaís Bronzo

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É hora de brincar
Brincadeira é coisa séria tanto para crianças como adultos

Por Thaís Bronzo
Você, leitor, já brincou hoje? Não?! Acha que não tem mais idade para isso? Então fique sabendo que o ato de brincar é altamente recomendado para a manutenção da saúde mental de crianças e adultos. Segundo a psicóloga e orientadora psicopedagógica Marilene Lima, a palavra brincar é “plaisanter” em francês, que tem o mesmo radical de prazer (“plaisir”) e de agradável (“plaisant”). “Ou seja, percebemos que divertimento e graciosidade são predicados da brincadeira. Lúdico, que quer dizer a qualificação de tudo o que se relaciona com o jogo ou brincadeira, é ‘ludique’, que vem de ‘ludere’, ilusão, e é utilizado para caracterizar uma mentalidade, um comportamento ou ação”, explica. “Esses usos da palavra lúdico parecem apresentar um ambiente ou evento no qual a realidade tem um ‘que’ de brincadeira ou de jogo, ou seja, de prazer, de divertimento, de alegria”.O ser humano manifesta sua humanização desde os tempos das cavernas por meio do brincar, nas pinturas rupestres, nas danças e em outros eventos. “Na civilização atual, percebe-se a presença marcante da brincadeira na vida do homem: as piadas; o futebol, que é a ‘paixão nacional’; os esportes em geral; a dança; o ato litúrgico e suas simbolizações; o carnaval; o computador; a televisão; o teatro; e até a política - brincadeira de quem pode mais, quem pode competir melhor”, enumera Marilene. “Todas estas são manifestações de que o homem gosta e precisa do ato lúdico que o transcende, ou seja, vai além de si e o faz vivenciar novas formas de visão de si, do próximo e do mundo”.Portanto, brincar é essencial para a saúde física, emocional e intelectual. “Brincar é coisa séria porque na brincadeira a criança ‘re’significa seu mundo, se reequilibra, recicla suas emoções e sacia sua necessidade de conhecer e reinventar a realidade”, ressalta. “É brincando que a criança vai interiorizando o mundo que a cerca, na troca com o outro, vai se constituindo sujeito. Pode não ganhar nada com aquilo, não pagar nada também, mas recebe muito, faz a ‘mágica que só o homem sabe fazer’: simbolizar, significar e ser significado”.Brincar também é aprender. “Toda e qualquer brincadeira ajuda a desenvolver atenção, concentração e muitas outras habilidades. O ato de brincar desenvolve, inclusive, o prazer em viver e, para isso, a criança precisa da presença preciosa de seus pais e de adultos mais experientes que possam conduzir, por exemplo, jogos de tabuleiro com regras. Adultos estes que farão uma interpretação, uma reflexão e um planejamento da ação lúdica da criança, no sentido de ‘ensinar-lhes’ a brincar de forma saudável e oportunizando-os jogos de qualidade”, garante Marilene.“Através da brincadeira, novos modos de ser, se relacionar e viver são experimentados, com a vantagem de que, sendo de brincadeira, tais modos podem ser corrigidos, adaptados, repetidos, repelidos, configurando-se num importante recurso de aprendizagem da e para a vida”, acrescenta a pedagoga Tânia Ramos Fortuna, que também é professora de psicologia da educação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, onde dirige o programa de extensão universitária “Quem quer brincar?”.A professora de ensino fundamental I Paula Colella da Silva, de 28 anos, mãe de Maisa, de dois, tem a brincadeira em casa e no trabalho. “Em casa, a brincadeira com a minha filha segue pelo lado lúdico, da diversão mesmo. Já na escola, a gente ensina brincando, a brincadeira tem um enfoque pedagógico”, diferencia.Mas, então, brincadeira é coisa séria? “Chegamos num ponto bastante discutido na área da educação de crianças, escolar e doméstica: quem tem de saber que brincadeira é coisa séria é o adulto, não a criança. É o adulto que vai ensinar brincando, sabendo muito bem de seus objetivos, a criança só precisa brincar”, lembra Marilene.Como brincar?Brincadeira deixa crianças e adultos mais felizesTodo lugar é lugar de brincar e toda hora é hora de brincar, em qualquer idade. Essa é a afirmação da pedagoga Tânia Ramos Fortuna, que também é professora de psicologia da educação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, onde dirige o programa de extensão universitária “Quem quer brincar?”. “Para tanto é preciso garantir o direito à brincadeira, o que implica oferecer meios e momentos propícios, o que requer, por seu turno, educadores preparados para brincar e fazer brincar”, afirma.A família e a escola podem e devem participar das brincadeiras das crianças de maneira apropriada a cada fase do desenvolvimento. A psicóloga e orientadora psicopedagógica Marilene Lima, explica que o psicólogo Jean Piaget (1896-1980) estudou as várias etapas do desenvolvimento humano até a adolescência e alertou sobre as “fases do juízo da moral” que são construídas desde a mais tenra infância e tem uma relação direta com as fases do brinquedo:-Ao período que vai desde o nascimento aos dois anos, ele chamou de período ‘sensório-motor’, pois a criança conhece o mundo por meio da manipulação e do movimento, assim, os brinquedos destinados a essa fase devem facilitar essa evolução. Os melhores brinquedos são os de textura macia (borracha, tecido, pelúcia), os musicais (caixinha de música e chocalhos), os que desenvolvem a acuidade visual (móbiles – enfeites que ficam pendurados no berço – e brinquedos coloridos) que convidam a aperfeiçoar seu tato e sua visão, deixar a criança circular livremente no chão também é importante, propiciar contato com brinquedos de banho, de empilhar, de encaixar, bolas coloridas, velocípedes, cavalinhos, carrinhos, entre outros, devem ser os privilegiados nesse momento;-Ao período que vai desde os dois aos sete anos, Piaget chamou de ‘período pré-operatório’ ou ‘das operações concretas’, no qual ocorre a aquisição da linguagem. Nessa fase, os brinquedos a serem disponibilizados devem facilitar a criatividade e o simbolismo da criança. A musicalidade é muito importante nessa fase, assim, apresentar-lhes instrumentos musicais é bastante indicado, principalmente os de percussão. Os brinquedos ao ar livre continuam tendo sua validade e os de empilhar, modelar, esculpir (massa, areia, argila) são muito salutares; bolas grandes (de 20 a 60cm de diâmetro) e os brinquedos de empurrar e puxar são os favoritos (os de empurrar são os preferidos, pois a criança ‘sabe onde está indo’); carrinhos, bonecas, animais em miniatura, utensílios adultos em miniatura (de casa, móveis, de marcenaria, de médico, entre outros) dão aos pequenos a possibilidade de se expressarem livremente e dramatizar as cenas reais do dia-a-dia; brincadeiras de roda, trava-línguas e parlendas também são muito interessantes; material de desenho, pintura, colagem, recorte, fantoches, blocos de madeira e jogos de construção são também interessantes por seu potencial de aprendizado social e afetivo, bem como de projeção (inclusive de seus medos); inicia-se a fase de querer construir suas próprias coisas e a participar de seu tempo e espaço com mais autonomia.Já Tânia ressalta a importância de brincar junto para o desenvolvimento dos filhos ou alunos. “Mas, atenção: não é preciso brincar o tempo todo ou agir como se fosse uma criança. O que realmente importa é o compartilhamento do patrimônio lúdico através dessas trocas entre as gerações, pois ele é parte do patrimônio cultural da humanidade”, ressalta. “Ser parceiro de jogos e brincadeiras, ensinando-as e aprendendo com os filhos, sem desqualificar o ato de brincar, em lugar de reforçar a tão temida imaturidade infantil, na verdade estimula a criança a crescer, vendo que ser adulto é algo atraente e prazeroso”.A professora de ensino fundamental I Paula Colella da Silva, de 28 anos, mãe de Maisa, de dois, acredita que a brincadeira, nos dias de hoje, também representa um vínculo entre a família e a criança. “Como professora, eu vejo famílias que perderam o vínculo com os filhos, pela vida agitada que têm: acorda cedo para trabalhar e só volta para a casa à noite. Então, a brincadeira pode trazer esse vínculo, ser um momento de estar junto”, avalia. “Têm brincadeiras que minha filha brinca sozinha, mas em outras, como, por exemplo, uma boneca que tem, ela gosta de brincar comigo, criou um vínculo afetivo e eu brinco muito com ela”.“Não existe certo ou errado quando se trata de brincar, pois a imaginação da criança não tem limites, mas é necessário bom senso e tato”, garante Marilene. “Com observação e paciência, o adulto pode descobrir as fases e necessidades lúdicas de suas crianças: descobrir seus gostos e prazeres e atuar como parceiro nessa encantadora caminhada rumo ao desenvolvimento sadio e equilibrado, tão em ‘falta’ na sociedade atual”.“Como crê o psicanalista inglês Winnicott, é somente no brincar que o indivíduo, criança ou adulto, pode ser criativo e utilizar sua personalidade integral, e somente sendo criativo pode descobrir seu eu”, conclui Tânia.
Por Thaís Bronzo

Matéria: Thaís Bronzo... Fotos: Luana Botelho

Limão faz bem para corpo e mente

Por Thaís Bronzo








A fruta, que chegou às Américas no século 16 com os primeiros colonizadores portugueses e espanhóis, hoje é facilmente encontrada no Brasil durante o ano todo.A química Conceição Trucom, autora do livro “O poder de cura do limão”, garante que a ingestão da fruta é indicada para pessoas de todas as idades. “O limão é a fruta de toda a natureza que mais acumula energia do sol durante o tempo em que está amadurecendo. Ou seja, quando ingerimos o suco do limão, estamos colocando uma boa quantidade de energia solar para dentro de nós”, explica. “Isso vai trazer para a nossa vida mais alegria, mais clareza, mais lucidez, memória, capacidade de concentração”.Conceição também ressalta as propriedades cítricas do limão. “Quando entra no nosso organismo, ele se transforma em alguns sais que são muito importantes para a nossa saúde. Esses sais vão ajudar o nosso corpo a assimilar ferro, cálcio, magnésio”, define. “Minerais que a partir de uma certa idade precisamos tanto, mas a nossa alimentação ou é carente ou não fazemos uso de alimentos que ajudam a assimilar esses minerais”. De acordo com a química, se uma pessoa está com osteoporose ou anemia, por exemplo, não basta ingerir alimentos ricos em cálcio e ferro se não há um agente que auxilie na fixação desses minerais em nosso organismo.De acordo com Conceição, ao entrar em nosso organismo, o limão provoca uma alcalinização. “Que é supersaudável para a harmonia metabólica, para a limpeza do nosso organismo, de tudo que está em excesso, de tudo que está prejudicando a nossa alegria de viver e a nossa qualidade de criatividade, produtividade e assim por diante”, conclui.
Por Thaís Bronzo
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